quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

DevilDriver: Confira o novo clipe

O novo videoclipe do DevilDriver, para a música “Dead To Rights”, está disponível. A faixa faz parte parte do novo álbum do grupo, “Beast”, a ser lançado no dia 22. A produção do disco ficou à cargo de Mark Lewis (Trivium, All That Remains), e a mixagem com o cascudo Andy Sneap (Megadeth, Arch Enemy). Confira abaixo:



Fonte: Rock em Geral

Pain: em processo de finalização do novo disco

Peter Tätgren está em pleno processo de finalização das gravações do novo disco de estúdio do Pain. A informação não foi divulgada pelo líder do grupo, nem pela gravadora, mas sim pela vocalista Anette Olzon, do Nightwish. Isso porque Anette é namorada de Johan Husgafvel, baixista do Pain, e por isso fica sabendo das novidades em tempo real.


O álbum será lançado aproximadamente em junho”, escreveu Anette em seu blog. “E eu ouvi sete das canções e elas são muito boas! AS novas músicas são mais agressivas, rápidas e também incluem elementos que eles não usaram antes. Um disco mais sombrio ns letras e também no modo de cantar. Uma música é mais parecida com o Hypocrisy, então se você for fã, esse será uma favorita”.

Quando eu ouvi as músicas pela primeira vez, pensei que era um pouco diferente do último disco, e é. Quanto mais eu ouço as músicas, mais eu gosto e acho que será um grande disco”.

Este novo álbum do Pain ainda não teve divulgado o título nem detalhes sobre o repertório. O último álbum lançado pela banda foi “Cynic Paradise”, de 2008.

Fonte: Rock Online

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Arch Enemy: Michael Amott em homenagem ao guitarrista Gary Moore



Michael Amott (Arch Enemy, Spiritual Beggars, Carcass) lançou a seguinte declaração à revista britânica Metal Hammer sobre o falecimento do lendário guitarrista Gary Moore:


"Crescer na década de 80 na Suécia, você não poderia evitar Gary Moore. Seus materiais de hard-rock celta da época foram muito populares aqui.Como guitarrista, ele teve uma enorme influência no cenário europeu e, certamente, em mim mesmo a América tinha Randy Rhoads e Eddie Van Halen, tínhamos Gary Moore e Michael Schenker!Há tantos ismos Gary Moore na música Arch Enemy... e isso é algo que estamos muito orgulhosos!
Obrigado pela música!
"R.I.P., Gary".

Fonte: Facebook

Scar Symmetry: novo álbum já está sendo preparado



A banda sueca de Death Metal Melódico, SCAR SYMMETRY, aparentemente já concluiu as gravações e a mixagem do novo álbum, segundo informações postadas no twitter oficial.


Aparentemente, o quinto registro será intitulado "The Unseen Empire" e ainda não tem data de lançamento.

Fonte: Twitter ScarSmymmetry

Children of Bodom: Alexi Laiho é capa da Metal Hammer


A Metal Hammer chega às lojas no Reino Unido neste mês em foco para a banda finlandesa Children of Bodom,e seu vocalista e guitarrista, Alexi Laiho, é a capa!

Bem, com um olhar profundo sobre o novo álbum, Alexi comenta sobre o novo álbum, sua carreira e viver até "Wildchild", seu nome. Será que o líder encontrará o seu "Piece Of Mind"?


Infelizmente a revista não está disponível online, mas para os fãs do exterior que queiram comprar a revista acesse: http://www.myfavouritemagazines.co.uk/music/metalhammer-magazine-back-issues/metal-hammer-march-11/ 

Fonte: Site Oficial 

Fear Factory: banda diz querer fazer álbum melhor que o anterior

O vocalista do Fear Factory, Burton C. Bell, numa entrevisa concedida a um site americano, disse que o pretende fazer um álbum melhor que “Mechanize”, lançado há cerca de um ano e que marcou a volta da banda. “Vamos dar um tempinho, mas em seguida iremos para um estúdio para compor e gravar”, disse o vocalista. “Pessoalmente… não me entenda mal, ‘Mechanize’ é um bom disco - me orgulho dele -, mas o próximo disco vai ser melhor. Gostaríamos de fazer um álbum completamente conceitual, a história, a arte, fazer realmente algo cerebral”, concluiu. Mas calma que esse disco só deve ser lançado no ano que vem.

Fonte: Rock em Geral

Ravenland: vocalista anuncia saída da banda

Depois de seis anos atuando como vocalista da banda Ravenland, a cantora Camila Raven anuncia seu desligamento do grupo. A vocalista emitiu uma nota oficial comunicando aos fãs que seguirá com um novo projeto musical um pouco diferente do apresentado no Ravenland.

Segundo Camila, a partir de agora a banda seguirá apenas com o vocalista Dewindson Wolfheart. O Ravenland tem dois discos lançados, “After the Sun Hides” (2001) e “...And a Crow Brings Me Back” (2009). Camila participa apenas desse segundo álbum.
Confira abaixo, na íntegra, a nota assinada pela vocalista Camila Raven:

"Às vezes chega uma hora que acontecimentos e diferenças gritam e não conseguimos calar essa voz ensurdecedora. Essa hora chegou para a RavenLand. Deixo a banda que amei e lutei por quase 6 anos e continuarei na música. Iremos seguir caminhos um pouco distintos, então quem curte a banda, pode ganhar duas. A RavenLand continuará somente com vocais masculinos, resgatando mais a linha de início de carreira da banda e eu seguirei meu caminho buscando peso e melodia de voz mais trabalhada e melódica.



Do novo álbum que estávamos trabalhando, 5 músicas são minhas e tenho mais algumas, então as lançarei com participações de grandes amigos e a RavenLand continuará trabalhando em seu novo direcionamento.

Essa era a hora e não tínhamos como escapar dessa decisão, mas temos certeza que foi a melhor. Gostaria de explicar que o Raven em meu nome nada tem a ver com o nome da banda, já me chamavam assim antes em referência a uma personagem das Brumas de Avalon.

Então continuo sendo a mesma Camilla Raven, só que querendo mostrar a verdadeira essência. Assim como disse Clarice Lispector: “Sempre serei eu mesma, mas nunca serei a mesma para sempre”, faço dela as minhas palavras.


Desejo sucesso a RavenLand em seu novo trilhar e sigo curtindo também a minha nova fase onde já se seguiram descobertas pessoais que muito me influenciaram na escrita das novas músicas. Um abraço a todos e obrigada pelo carinho que recebi enquanto estive na RavenLand, isso é muito importante para mim, assim como o apoio é para todos que fazem a cena no Brasil."

Fonte: Rock Online

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Children of Bodom: Confira a nova música "Ugly"

Após liberar a "Was It Worth It?", o Children of Bodom liberou no último fim de semana a música "Ugly", também pertencente ao novo álbum "Relentless Reckless Forever", que será lançado no dia 08 de março pela Spinefarm / Universal Music.

A nova música estreiou no programa de rádio dos EUA "Full Metal Jackie". Confira a nova faixa abaixo:

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Morte,multilação, doenças, sexo:subgêneros "brutais" e "agressivos" do Metal

Curiosamente, estou postando um pouco sobre os subgêneros do Metal que além de investirem na brutalidade na melodia, também investem em temas "pesados" em suas letras.
Antes de começar, menciono que os subgêneros a seguir são vertentes principalmente do Death Metal e Grindcore, e também menciono que eu estou listando os gêneros que mais investem na agressividade nas letras.

Brutal Death Metal

Surgiu aproximadamente no final da década de 1980 e no ínicio da de 1990 é o estilo mais extremo do Death Metal, o estilo é caracterizado por um vocal extremamente gutural, cujas letras englobam temas sanguinários e violentos,mas cantadas de forma lenta seguindo os riffs da guitarra e com bruscas mudanças de tempo.
Principais bandas: Suffocation, Prostitut  Disfigurement, Pyaemia, Condemned, Hate Eternal, Nile, Devourment, Disgorge, Mortician, Azarath, Lost Soul, Crimson Thorn, Skinless, Queiron, Muldjord, Imperious Malevolence, Krisiun, Cannibal Corpse.

Suffocation
Deathgrind
É um gênero de fusão do brutal death metal com o grindcore, com influências do deathcore. É uma nova tendência que tem ganhando boa notoriedade dentro da cena do death metal atual. O estilo tem como principais caracteristicas, andamentos extremamente rápidos da bateria, guitarras distorcidas e que emitem um som abafado, riffs variantes, que ora são rápidos e acelerados, ora são mais lentos e cadenciados, músicas de curta duração, em algumas bandas notamos a presença de breakdowns e vocal pig squeal oriundo do grindcore. As letras das músicas geralmente abordam temas relacionados à morte, multilação, doenças patológicas e em algumas bandas, pornografia e sexo explícito.
Principais bandas:  Waking the cadaver, The Partisan Turbine, Misericordiam.


Walking the Cadaver

Goregrind

É um tipo específico de grindcore cujas bandas adotam uma temática "gore", ou seja, as letras falam sobre doenças ou sobre violência de forma explícita, ou então são inspiradas em filmes com a mesma temática. As capas dos álbuns de Goregrind muitas vezes trazem imagens extremamente chocantes e perturbadoras para a maioria das pessoas, como fotos de sexo, sangue, pessoas mortas, e cadáveres mutilados, desfigurados, etc.
Principais bandas: Amputated Genitals, Autophagia, Abysmal Torment, Bleeding Corpse,Clitoridus Invaginatus, Cock and Ball Torture, Craniotomy, Cryptopsyok, Holocausto Cannibal.


Bleeding Corpse

Pornogrind

 Também é uma vertente do grindcore, mas com letras que falam explicitamente sobre sexo, necrofilia, zoofilia, e coisas do gênero. É caracterizado por vocais com efeitos, o mais comum é o pitch shifter, guitarras em afinações graves, baixos distorcidos, e um ritmo mais groove. A banda mais famosa dentro do gênero é Cock and Ball Torture.
Principais bandas: Cock and Ball Torture.


Cock and Ball Torture.

Splatter Metal

É uma vertente do Death Metal, especialmente voltada ao Brutal Death Metal, cujas as letras englobam temas sanguinários, violentos, e também relacionado ao sexo, como necrofilia e pornografia. As características são praticamente as mesmas do Brutal Death Metal.
Principais bandas: Lastima & INRIsório, Necrophagist, Lord Piggy, Dacapitated, Necrocannibal Vomitorium, Cannibal Corpse, Necrose Vaginal.


Cannibal Corpse




sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Children of Bodom: Nova música "Ungly" estréia neste fim de semana

O Children of Bodom vai disponibilizar a sua nova música "Ungly" neste fim de semana  através do programa de rádio dos EUA "Full Metal Jackie". "Ugly" é uma das faixas do novo álbum "Relentless Reckless Forever",está para ser lançado no dia 08 de março  pela Spinefarm / Universal Music. Para ver uma lista completa de estações de rock que carregam o "Full Metal Jackie", acesse: http://www.fullmetaljackieradio.com/ .


"Ugly está na minha lista TOP2 do álbum", diz o baixista Henkka T. Blacksmith. "Eu amo o início. Eu amo o versículo estilo Pacto eo refrão punk. O Coro estranha ou segundo verso, eu não sei como  chamam, é um riff muito bom, e ele embaralha a estrutura da canção com o fim da canção também. O solo no fundo do  é muito simples realmente groovy. Este é um simples, mas pesado! "

Em outras notícias, o iTunes pré-encomenda do novo álbum no iTunes agora está aberto para fãs canadenses do COB. Além disso, Jaska é convidado desta noite no Jussi69 de Rokkibaari na Rádio Rock durante duas horas, começando às 20:00.

Fonte: Site Oficial

Symphony X : vocalista em projeto com Mike Portnoy


O ex-baterista do Dream Theater e do Avenged Sevenfold, Mike Portnoy, trabalha em um projeto com o vocalista do Symphony X, Russell Allen. A informação partiu do próprio baterista, através de sua conta no twitter. “Muito empolgado com um novo projeto que estou trabalhando com um dos meus vocalistas favoritos em todo o mundo: meu amigo, Sir Russell Allen. Esperem só até vocês ouvirem isso!”, diz o post. Na virada do ano, Portnoy anunciou outro projeto, com Steve Morse(com extensa carreira solo e já há algum tempo no Deep Purple); Neal Morse (multi-instrumentista, parceiro de Portnoy no Transatlantic); Dave LaRue (baixista do Dixie Dregs, banda que revelou Steve Morse) e Casey McPherson (vocalista das bandas Alpha Rev e Endochine).

Fonte: Rock em Geral

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Entrevista: Alex Voorhees do Imago Mortis

A banda brasileira, Imago Mortis, após quatros anos sem apresentações nos palcos cariocas e dois anos sem atividades, voltou aos palcos cariocas, executando na íntegra seu trabalho mais bem sucedido, o álbum "Vida: The Play Of Change", mas precisamente no dia 30 de janeiro no Teatro Odisséia.
O blog Wildchild realizou uma entrevista exclusiva com o vocalista Alex Voorhees, comentando sobre o retorno aos palcos, sua carreira solo e também um pouco sobre a história do Imago Mortis. Confira:


Olá, primeiramente gostaria de agradecer a oportunidade á entrevista e também parabenizar pelo retorno da banda.

Primeiramente gostaria de perguntar sobre o retorno da banda. Bem, após quatro anos sem apresentar nos palcos cariocas, qual foi o verdadeiro motivo que incentivou a banda a retornar aos palcos?

Alex:  A banda havia terminado mesmo, por volta de 2008. Na verdade a banda estava hibernando,pois alguns integrantes não tinham mais tempo para as atividades envolvendo o Imago Mortis, eu mesmo também não tinha. Fizemos um ultimo show em Cabo Frio, no Festival Rock Humanitário, em 2008. Desde então, o Imago Mortis não fez mais nenhuma apresentação. E acabou. Porém, isto foi anunciado oficialmente apenas este ano. Porém, durante este tempo fui percebendo que minha vida estava muito chata, muito tediosa. Faltava algo. Descobri então que eu não vivo sem a arte. Sofri perdas terríveis no ano de 2010. E, a maior delas foi a morte do meu filho Alexandre Júnior, aos 20 anos... uma doença grave e fatal. Um dos pedidos dele foi que eu voltasse com a banda.Desde que a música voltou a minha vida é como ver a luz voltar a um mundo de sombras. Eu percebi outra coisa. A música, a arte, tem uma parte importantíssima em minha vida. Só quem realmente é artista compreende, as pessoas leigas e alienadas, robotizadas pelo sistema, acharão bobagem isso, pois só pensam em dinheiro e dinheiro. Não há nenhum dinheiro no mundo que pague a sensação de poder me expressar artisticamente.

E, pensando também sobre dinheiro, prefiro inclusive gastar dinheiro com a arte (sim, não sobrevivo disto) do que gastar dinheiro com psiquiatras, remédios e psicólogos. Eu não vivo sem a arte, sem a música.

Para retornar ao palcos vocês escolheram o álbum "Vida: The Play Of Change", o qual é um trabalho bem sucedido. Por que esta escolha?
Alex: Este foi o nosso trabalho mais significativo que eu acredito que o Imago Mortis tenha atingido sua maior qualidade sonora. Há muita sensibilidade neste trabalho, é artístico, nem um pouco preso a rótulos. Uma pessoa que utiliza de preconceitos dificilmente consegue assimilar, soa deveras estranho, pois ela está acostumada que o artista soe como outros. O Não queremos soar como mais ninguém mais, queremos soar como Imago Mortis. Havendo uma troca de integrantes significativa outra vez, o que é normal em uma banda em que o nome carrega a morte, em que a metáfora maior é a MUDANÇA (The Play of Change) fazer este concerto, além de unir um desejo antigo tanto meu quanto das pessoas que nos acompanham é conveniente para que a nova formação assimile completamente a essência do melhor do Imago Mortis, inclusive para que sirva como base para futuros trabalhos.

No ano de 2008 você lançou o seu álbum solo comemorando os seus 20 anos de carreira, mas lembrando que ele apresenta ser diferente de seu trabalho no IMAGO MORTIS, a banda serviu de experiência para este álbum? E poderá servir de experiência para o Imago Mortis em seu retorno?
Alex: Para não deixar passar isto em branco, resolvi pegar material antigo que eu nunca havia gravado (caso da faixa Voice From Within, de 1995 e que era da minha ex-banda Dust From Misery) e misturar com novas faixas (Rise e Master of Desires) e lançar apenas na internet, no myspace além de disponibilizar para download. Eu estava interessado em mesclar mais o tipo de música que eu fazia no início da minha carreira com um pouco do que estava escutando na época (2008), sem soar datado, utilizando de uma roupagem atual. Não há nenhuma grande novidade em se tratando de sonoridade ,mas são boas faixas para quem gosta de um som mais pesado, até mesmo extremo, é bem Old-School. Acredito que sejam boas músicas, inspiradas e fortes, apoiada por uma banda profissional, de músicos experientes. Este trabalho não é relacionado ao Imago Mortis nem trará algo para a sonoridade futura da banda porém para uma pessoa com bom ouvido musical perceberá uma certa referência.


Bem, um assunto mais relacionado ás tradicionais perguntas dos fãs, o que influenciou a banda a trabalhar firmemente sobre o tema relacionado á morte?
Alex: Morte é simplesmente o maior acontecimento de nossas vidas, um grande mistério e a musa dos filósofos. Também representa uma grande metáfora para mudanças. Sempre nos interessamos por este assunto, assim como os dilemas existenciais.Vida e morte são os opostos que se definem. Acredito que só poderemos realmente compreender o que é a vida depois de termos morrido. Na condição de seres vivos, estamos presos a uma perspectiva e não podemos enxergar a vida com a isenção e o desapego necessários para formar uma opinião consistente. Seria como caminhar pelas ruas de uma cidade e depois subir em uma montanha para ter uma visão panorâmica de tudo aquilo. Infelizmente, não podemos nos afastar momentaneamente da vida para depois voltar e definir o que vimos, mas nós tentamos chegar perto disso compondo este disco. Tenho a convicção de que a morte é o acontecimento mais importante nas nossas vidas, podendo ser comparado apenas ao nascimento ou ao momento da concepção em si.
Quais mudanças você acredita que a banda apresentará no retorno comparado ao seu início?
Alex: Mudança de sonoridade devido a novos integrantes. Estamos trabalhando no sentido de resgatar a sonoridade do Imago Mortis da época do Vida e um pouco também da época do Images, buscando maior sensibilidade e mais feeling. Temos um naipe de músicos experientes e, com certeza, muito versáteis podendo abranger todas diferentes nuances que se desenvolvem nas nossas músicas.Sempre há um tipo de mudança, mas a essência do Imago Mortis sempre estará presente.

E sobre o lançamento de um novo álbum para comemorar o retorno da Imago Mortis?

Alex: Existe a possibilidade sim, de um novo álbum mas não será algo especial ou comemorativo. Temos um material escrito muito interessante, conceitual e há trechos de melodias, idéias para o encarte. Toda a parte conceitual do material está pronta, assim como a pesquisa para ele realizada. Desde 2006 que os primeiros esboços deste novo trabalho começaram a ser delineados e agora nos encontramos na parte final, de criar as melodias e grande parte delas está pronta, porém estão ainda aqui na minha cabeça.


Partindo para uma pergunta mais generalizada, como você observa o gênero Doom Metal no cenário musical brasileiro?

Alex:  Doom Metal? é como qualquer outro estilo que se restringe em rótulos: pequeno. Existem ótimas bandas e eu respeito suas decisões em seguir gêneros e estilos.A minha escola artística é mais abrangente e no que tange a estilos, rótulos e gêneros eu simplesmente ignoro pois meu interesse é apenas a MÚSICA.Eu acredito que rotular o Imago Mortis como doom metal não seja totalmente errôneo pois a própria banda iniciou desta maneira mas sempre demos indícios que nada poderia limitar a nossa criação. Para um próximo trabalho, todos os rótulos serão derrubados.



Bem, a banda nasceu em meados da década de 90, uma época que eclodia o chamado grunge e também foi a época que o Heavy Metal ganhava voz no Brasil. A banda passou por algumas dificuldades neste período?

Alex: Como qualquer banda underground, sempre enfrentamos as maiores dificuldades possíveis. Mas, com muita luta e dedicação, encontramos a compreensão que nos mantém livres das amarras de que toda a banda precisa de estrelato, de fama, dos cachês mais altos, dos palcos mais luminosos, de milhares de fãs, groupies e tudo o que tornou o showbusiness um dos maiores equívocos de todos os tempos a milhares de artistas. Nós apenas nos preocupamos em fazer a melhor música que for possível, sincera, pura, ingênua até, de nossos corações e almas. E existe um público que consideramos como parte de nossa família, a irmandade Imago. Estamos seguindo pela motivação pura: a arte e a música. O resto, é consequência.

Agora  voltando novamente para a atualidade: como foi a experiência em retornar ao palcos junto com o Imago?

Alex: Foi uma sensação maravilhosa, indescritível, era como se eu saísse de um túnel muito escuro e encontrasse novamente a luz. Acredito que eu tenha voltado a viver. Pois a música é o que dá sentido a minha vida.

Uma última pergunta: Já estão agendadas outras novas apresentações?

Alex: Estamos em contato com produtores através da nossa manager Rachel Möss e pretendemos levar o concerto Vida - The Play of Change ( executando, na íntegra, o seu trabalho mais bem sucedido Vida - The Play of Change) a várias cidades do país, em apresentações especiais. Serão poucas datas, 13 no total sendo que já realizamos um concerto (até a presente data, 02 de Fevereiro de 2011) então restam ainda 12. Esperamos que muita gente possa nos ver.


Bem agora gostaria de agradecer muito pela entrevista,e tbm gostaria de desejar muito mais sucesso neste retorno, e saiba também que é uma enorme alegria tê-los de volta.

Black Label Society: adiada turnê no Brasil

A casa de shows HSBC Brasil divulgou em seu site oficial um comunicado informando aos fãs da banda Black Label Society sobre o adiamento da turnê que o grupo de Zakk Wylde faria no país em maio.


O show em São Paulo estava marcado para o dia 28 de maio e foi transferido para o dia 13 de agosto. No dia 29 de maio a banda faria uma apresentação em Porto Alegre. Esse show foi adiado para o dia 14 de agosto.

“Devido a circunstâncias imprevistas, Black Label Society foi forçado a mudar as datas de sua turne da América Latina para agosto de 2011. A banda tem sido ansiosamente esperada para voltar à América do Sul, onde eles foram amplamente muito bem recebidos”, diz a nota da casa de shows.

Zakk Wylde disse, ‘Todos os Berzerkers da América Latina não devem se decepcionar, mas sim sentirem-se revigorados, porque agora seremos capazes de trazer para você uma experiência ainda mais destruidora do que originalmente esperávamos. Espere esta derradeira experiência Berzerker de Black Label para definir novos patamares de caos sonoro na América Latina’”.

Os ingressos já adquiridos são válidos para a nova data e não é necessário efetuar a troca. Os fãs que preferirem a devolução do valor pago, deverão comparecer ao local onde foi efetuada a compra com o ingresso em mãos. Quem adquiriu ingressos pelo telefone e pelo site da Ingresso Rápido deve entrar em contato através do telefone 4003-1212.

Fonte: Rock Online

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Behemoth: Nergal é internado novamente

O líder do Behemoth, Adam “Nergal” Darski, voltou a ser internado na divisão de hematologia do hospital da Universidade de Gdansk, por conta de uma infecção. No último dia 19, ele teve alta do tratamento a que se submeteu em busca da cura da leucemnia diagnosticada em meados do ano passado. Não se sabe se a infecção que causou tem a ver com qualquer tipo de rejeição ao transplante de medula óssea ao qual o músico foi submetido.



Fonte: Rock em Geral

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Kreator: disponível novo clipe

O novo videoclipe do Kreator , para a música “Warcurse”, está disponível, o qual  foi gravado ao vivo durante o show do grupo na edição de 2009 do Summer Breeze Festival, em Dinkelsbühl, na Alemanha.
Confira abaixo:



Fonte: Rock em Geral